manifestando o Reino em meio à adoração, intercessão e batalha espiritual

Reunião Mensal da Rede de Intercessão Ouviram do Ipiranga / Outubro/18

Na última segunda feira, 28, tivemos mais uma Reunião Mensal de Intercessão pelo Ouviram do Ipiranga. Louvado seja Deus, que até aqui nos tem ajudado. Infelizmente não pudemos contar com a presença de nosso pai e líder no Ouviram; Ap Paulo de Tarso. Mas o Senhor nos amparou e ajudou o pequeno grupo que esteve ali reunido e os demais que acompanharam pela internet.


Já de posse dos resultados da eleição presidencial, podemos nos pautar na Palavra profética que recebemos de nossos irmãos da América , da parte do Senhor.


Por causa disso, iniciamos lendo  o primeiro versículo do capítulo 3 do livro de Esdras. Ali é descrita a unidade com a qual aqueles que haviam retornado de Babilônia, se apresentaram para o início dos trabalhos de reconstrução. De acordo com a palavra liberada a nós, com o 70º aniversário do Estado moderno de Israel, estamos sendo beneficiados com a bênção da libertação do cativeiro, onde o Brasil se encontrava oprimido por essa influência babilônica. Deus está nos autorizando a sair de debaixo desse domínio. Inclusive levando nosso novo presidente a se portar como uma espécie de Ciro moderno, para a igreja brasileira. 


Se as coisas são realmente assim, entendemos que o intervalo nas viagens não tem ocorrido por acaso. Cremos que Deus pessoalmente está tomando conta das agendas e mapas. Tudo será feito na hora e no lugar que Ele determinar, de acordo com seu propósito e para sua glória. Aleluia! Com isso, fica claro que com essa palavra inicial, Ele está indicando qual é nosso primeiro alvo nesse momento: a UNIDADE. Precisamos nos manter perseverantes e vigilantes nesse alvo, pois a polarização deste pleito promoveu um grande racha nas famílias, nas igrejas e entre as pessoas em geral. Sanear os relacionamentos será fundamental para que o adversário não encontre divisões, nas quais ele possa se apoiar para destruir.


Claro que não podia faltar arrependimento e confissão. A própria divisão entre nós já é um motivo muito grande pra nos arrependermos. Mas além disso, é importante notarmos como existem irmãos em nosso meio que vêm o presidente eleito como um salvador da pátria. Louvamos a Deus porque o próprio Bolsonaro reconhece não ter essa capacidade. Mas infelizmente, assim como nos dias de Saul, o povo deseja um rei como o tinham as demais nações e puseram nele toda a sua confiança. Assim também, tem gente entre nós que espera do nosso novo presidente, aquilo que só podemos esperar de Nosso Grande Rei Jesus Cristo. Por isso queremos nos arrepender e pedir perdão, pois nossa esperança não está num homem limitado, da descendência de Adão. Nossa esperança está no Senhor e em sua palavra. 


Qualquer um que ler sobre os dias da reconstrução pós babilônica, vai notar a furiosa resistência do adversário para que a mesma não acontecesse. Podemos ter certeza que não será diferente em nossos dias. O que nos anima é saber que já que o inimigo insiste com seus ardis, Nosso Deus insiste em sua forma de fazer a obra avançar. Quando o diabo trabalha tão intensamente a ponto de parar a obra, o Senhor lança mão de um aparato poderoso Nele, o qual ouve e vê a vontade do Eterno, se tornando uma voz influenciadora definitiva na vida dos reconstrutores. São os profetas do Senhor. A conclusão lógica é então que não podemos abrir mão da intercessão pelos homens e mulheres que carregam esse manto e essa responsabilidade. Assim como Ageu e Zacarias foram definitivos para destravar e manter o ritmo das obras naqueles dias, podemos orar e esperar que o Deus dos profetas levante e sustente vozes proféticas, que serão imprescindíveis nesses dias. E é bom lembrar que o próprio trabalho do Ouviram é um trabalho profético, em especial, a sua intercessão. Não deixe de clamar por cada um dos intercessores, seus casamentos e famílias, sua saúde, finanças, ministérios, etc.


Por fim, baseados no envio de Esdras a Jerusalém, oramos por nosso pai e líder nessa obra; o Ap Paulo de Tarso. Com a ausência do apóstolo, nosso irmão Fernando o representou. Mas não apenas ele, como também, toda a equipe de líderes e obreiros que certamente, participarão desse envio. Segundo Esdras 7, existem algumas peculiaridades neste envio: 


A primeira é que a boa mão do Senhor era sobre ele. Temos certeza que a boa mão do Nosso Deus é sobre esta obra e seus enviados. Outra peculiaridade é que Esdras tinha preparado o coração para aprender, praticar  ensinar a lei do Senhor. Certamente isso está no coração de nosso apóstolo e deverá ser o coração de todos os envolvidos nessa missão. Também se diz ali que o envio era da parte do rei dos reis. Todos sabemos que só há um Rei dos reis. É este mesmo quem ordena que o Ouviram do Ipiranga aconteça. Há uma liberação da parte do rei, dizendo que quem quiser ir, vá. Oramos para que o Espírito se mova, tocando em todos estes que tem um chamado para essa obra de reconstrução. Ao mesmo tempo, há uma excelente provisão para o cumprimento desse envio. Oramos para que a partir de 2019, as viagens sejam realizadas com largueza. E para que se aprofundem no entendimento da proposta do Ouviram do Ipiranga, também se manifeste toda a estrutura para a implantação dos Núcleos de Intercessão e Desenvolvimento Local do Ouviram, em cada estado. Ainda que hajam outras peculiaridades, destaco apenas que precisamos orar para que se apresentem estes líderes locais. Somente a sabedoria do Senhor nos fará discernir os que realmente tem um coração pra Deus e o cumprimento de seu propósito.


É claro que o retorno para Jerusalém e o Ano do Jubileu são coisas diferentes. Mas é interessante notar que há alguns elementos em comum. 


Arrependimento. Este é um elemento que Daniel aplicou em sua oração, enquanto buscava a Deus, citando a profecia de Jeremias. É também das entranhas do Dia da Expiação (que é de arrependimento), que sai a proclamação do Ano do Jubileu. Ainda que de uma maneira diferente, o exilado é uma espécie de escravo. Voltar pra sua terra e cultura, é alcançar liberdade. No Jubileu, temos a libertação dos escravos. Quem volta pra sua terra, ainda que tenha trabalho, é como se entrasse em descanso. O Ano do Jubileu é um ano de descanso. Os tesouros do templo foram restituídos, assim como as propriedades dos que voltaram para Jerusalém. A restituição das terras à seus proprietários também está presente no Jubileu. Imaginamos os muitos reencontros familiares, no retorno a Jerusalém. Isso também era uma realidade no Jubileu. Somente o perdão das muitas dívidas de seu povo é que possibilitariam que o Senhor os deixasse voltar a sua terra. Também durante o Jubileu, as dívidas eram perdoadas. O trabalho da reconstrução deveria ser iniciado pelo altar. Isso fala de uma rendição e entrega em santidade, pois o que recebe a oferta no altar é Santo. O Jubileu também é um ano santo ao Senhor. Durante a reconstrução, Neemias demonstra sua luta pela justiça e honestidade, evitando a exploração de seus irmãos. Agir com justiça e honestidade também é ordem do dia durante o Jubileu. E por fim, é claro que para deixar uma vida já estruturada por 70 anos em Babilônia, e partir para uma viagem de uns 4 meses de duração, em direção a um lugar devastado e abandonado, cheio de inimigos ao redor, só por saber que é a vontade de Deus; isso exige muita fé. No Jubileu, da mesma forma, não se realizava as atividades normais de produção de riquezas, na confiança de que Deus iria prover. Isso também é fé.


Sendo assim, seja tendo o Jubileu propriamente dito, ou a libertação do cativeiro babilônico, como inspiração, o importante é que não percamos o foco de nossa intercessão. Temos que orar e trabalhar para que o Brasil cumpra o seu propósito. Que ele coopere com a preparação do caminho para a volta de Jesus.

É por isso que declaramos com toda força de nosso ser: OUVIRAM DO IPIRANGA? JESUS CRISTO É O SENHOR DO BRASIL!  

1 comentário

    • CRISTINA RODRIGUES em 1 de novembro de 2018 às 01:43

    Responder

    Que seja cumprido todas as coisas no tempo certo de Deus …revelando aos profetas seus desejos … E aproximando os verdadeiros irmãos em Cristo Jesus amém

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